quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Cultura  e Arte

Quem nunca viu um graffiti e pensou que deveria estar em uma galeria? Mas quantas pessoas pensaram isso, graffites são feitos em muros da cidade, em lugares bem movimentados onde a arte do grafiteiro irá ser apreciada mais. Geralmente essa arte não está associada a política mas sim a beleza da vida, ela procura inspirar as pessoas, dar ânimo, trazer alegrias, mesmo quando é um tema triste.

 - A Cultura do Hip-Hop
O graffite é uma expressão da cultura urbana, muitas vezes ilegal configura coragem aos grafiteiros. Outros aspectos da cultura urbana, mais precisamente do hip-hop  são: o rap e o MC,  a dança urbana que é o break, o house, entre vários outros. A ligação do graffite com o hip-hop é mais intensa pois seus segmentos se ligam por meio de eventos, fazendo um grande conjunto.
Alguns grafiteiros tornam-se  artistas contemporâneos  como Jean Michel Basquiat, a outra maioria tem sua arte reconhecida como arte de rua, pública, expostas, por muitas vezes, em galerias de arte como: Jhon Fekner, Banksy, os Gêmeos e Nunca.

 - Arte e Cultura
            A arte é uma pequena parte da cultura, mas uma parte diferenciada, livre das obrigações, movida pelo sentimento e pelo desejo, ninguém é obrigado a fazer arte ou gostar de arte.       A cultura aponta para o mundo como ele é, com suas rotinas e obrigações, a arte aponta para as várias possibilidades do mundo,.
A arte nos amplia porque passamos a ver o mundo e a nós mesmos sob luzes diferentes, ela refina nossa sensibilidade, pois estimula nossos sentidos relacionando-os com nossas experiências de vida.

A arte, enfim, é uma ocasião de prazer porque nos oferece a compreensão profunda do mundo e de nós mesmos.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Direitos Humanos


1 - Direitos humanos: os “direitos humanos” nascem da afirmação que “Todas as pessoas nascem livres e iguais”. Porém isso é pouco respeitado, e muitas vezes usado para expansão de uma cultura, impondo suas tradições.
                Um exemplo brasileiro: de acordo com uma pesquisa feita pela professora Flávia Piovesan, entre 1970 e 1985 (período militar), a grande maioria dos casos de violação dos direitos humanos era contra a classe média e de 1992 a 2004, passou a ser da classe baixa.
Uma interpretação: na época do militarismo não se dava muita importância aos direitos humanos, devido a grande repressão da época, por isso entre 1970 e 1985 não tinha muitos registros de desrespeito dos direitos humanos a classe baixa, pois eles eram simplesmente ignorados. Após a democratização do Brasil foi assinado o acordo internacional de direitos humanos, aumentando assim os casos na classe mais baixa. Porém ainda há muito desrespeito a esses direitos até hoje, principalmente na política que explora a população mais pobre.
2 - Direito natural: é um direito mais tradicional e não é escrito. Eterno e imutável, aplicado em qualquer tempo e lugar.
                Direito positivo: é criado pelo ser humano e aplicado pelos costumes e norma escrita.
3 - A tradição grega:
A tradição Grega vem da crença em Deuses que nasceram do caos para dar ordem ao cosmos (Universo), como por exemplo, Zeus e Atenas. Zeus na crença dos gregos, é um deus que dispara relâmpagos, mas também um deus de justiça e Atenas nasceu da cabeça de Zeus, simbolizando a deusa da sabedoria.
4 - Os teóricos da modernidade:
Nicolau Maquiavel inaugurou o pensamento politico moderno ao analisar o poder de modo inédito, abordando-o  independentemente de qualquer perspectiva cosmológica ou teológica. Mas Thomas Hobbes foi, contudo, que deu ao tema do poder o primeiro tratamento jurídico da modernidade.
5 - Os códigos modernos e os direitos autorais

Durante o período do século XVIII - XIX iniciou-se uma nova fase moderna na política e na jurídica.
Sob a influência da filosofia iluminista vários países adotaram a Constituição.
Nesse período também surgiram os Três Poderes: Executivo, legislativo e Judiciário, substituindo a ordem rei - o poder absoluto.
Todo cidadão podendo ser nobre ou não tinha o direito de fazer parte de um desses poderes, restringindo a participação de apenas um deles por cidadão. Declarando por isso a Liberdade Política ou Liberdade Positiva.

Positivismo Jurídico
Fora a constituição alguns países também adotaram o código de direito, antes os jurados se baseavam-se em costumes e valores morais que se tornaram obsoletos como o Código de Justiniano (século VI) que eram considerados os Direitos Naturais.
Com o código de Napoleão o jurista tinha novos desafios:
 - Tinha que identificar as normas válidas do poder legislativo e julgar conforme as mesmas;
 - Não podiam ser considerados os códigos anteriores;
 - Ter um conhecimento técnico para julgar rigorosamente correto;
 - Esquecer a noção de Direito Natural para os julgamentos.

Curiosidade: O filósofo Hans Kelsen diz que o conceito de justiça não pode ser usado como critério de decisão pois varia com o tempo e o espaço.

6 - Liberdade e Igualdade?
Apesar da existência dos Direitos Sociais, eles só vigoravam para a burguesia e eram mantidos com a exploração da classe operária através da miséria por possíveis cruéis e desumanas de trabalho, os revolucionaram lutavam por mudanças nesses direitos sociais, pois todas essas críticas repercutiam nas Constituições do México e da Alemanha, algumas das mudanças eram a obrigatoriedade de assegurar os direitos econômicos, sociais e culturais dos cidadãos, fornecer acesso ao desenvolvimento cultural e artístico, entre outros direitos sociais.
Que juntos ficaram conhecidos como os Direitos Humanos.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

FILOSOFIA - Entre o bem e o mau



1-Uma história real
Todos os julgamentos que fazemos ao longo da nossa vida estão ligados aos juízos de realidade e juízos de valor. O juízo de realidade é quando acreditamos que uma determinada coisa existe e o juízo de valor é quando a avaliamos, estipulando uma qualidade que determinará se iremos gostar ou não dessa coisa. Quando fazemos este julgamento para saber se uma coisa nos agrada ou não, estamos julgando através dos nossos conceitos de valores lógicos, utilitários, estéticos, afetivos, econômicos, religiosos, éticos.

2-Os valores
Valores são padrões criados pela sociedade e passados para o indivíduo desde pequeno. Quando o indivíduo não segue esses valores dados, seu comportamento é julgado como sendo moral ou imoral. Há vários tipos de valores como, por exemplo, os valores morais e éticos.

3-Moral e ética
Moral: “é o conjunto de regras que determinam o comportamento dos indivíduos em um grupo social”. Ou seja, moral é o que nos faz agir conforme as regras da sociedade, o que gera as dúvidas entre como queremos agir e como devemos agir.
Ética: é a reflexão sobre a moral. É quando nos perguntamos se as regras da moral estão realmente certas.

4-Caráter histórico e social da moral
O caráter histórico que vamos nos referir é a cultura, que são normas criadas e modificadas com o tempo, tudo isso é feito de forma lenta e gradativa.

5-A Liberdade do Sujeito Moral
A moral apesar de ser estabelecida pela sociedade/conjunto também é a aceitação dessa moral por conta do próprio indivíduo. Apesar de que a não aceitação dessas normas implica na exclusão do indivíduo da sociedade.
O famoso "Aspecto Social" é a herança de valores do grupo, mas pode ser também definido como valores que são pensados não para os indivíduos mas sim para as relações que esses indivíduos tem entre si.

6-Dever e Liberdade
O dever é o ato de obrigatoriedade de seguir as normas, mas essa obrigatoriedade é o prórpio indivíduo que a impõe. A consciência moral avalia a situação, consulta as normas estabelecidas, aceita elas ou não, tomas as decisões e as julga.
A obediência á lei livremente escolhida não é coerção mas sim liberdade.


7 - A Bússola e a Balança
Bússola: Faltou a esses vizinhos a “Bússola” que os ”guia” para um caminho correto ou seja guia para a coisa a certa a se fazer, que no caso era ligar para a polícia assim que percebessem o ataque do assassino.
Balança: Num lado da “balança” dos vizinhos estava o senso de justiça, estava a coisa certa a se fazer e noutro lado, estava a insegurança e o medo e o lado que mais pesou foi o da insegurança e do medo que resultou na coisa errada a se fazer.

8 - Ética aplicada
É um ramo contemporâneo da filosofia que dá a voz para as pessoas comuns. É um dialogo multidisciplinar que não se restringe só aos filósofos.

9 - Aprender a conviver
Aprender a conviver com o próximo é saber separar o privado e o  público, separar o egoísmo e a moral. Essa separação exige aprendizagem e criatividade, só assim aprendemos a conviver. 














rEFERÊNCIAS
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda, MARTINS, Maria Helena Pires, FILOSOFANDO: Introdução à Filosofia, São Paulo: Editora Moderna, 2012.