domingo, 16 de fevereiro de 2014

Um pensamento

A mudança de título do blog ocorreu pelas minhas ideias não serem mais minhas ideias. Pela extrema mudança nos meus pensamentos, e pela extrema porém quase imperceptível mudança na minha vida desde que criei o blog.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Cultura  e Arte

Quem nunca viu um graffiti e pensou que deveria estar em uma galeria? Mas quantas pessoas pensaram isso, graffites são feitos em muros da cidade, em lugares bem movimentados onde a arte do grafiteiro irá ser apreciada mais. Geralmente essa arte não está associada a política mas sim a beleza da vida, ela procura inspirar as pessoas, dar ânimo, trazer alegrias, mesmo quando é um tema triste.

 - A Cultura do Hip-Hop
O graffite é uma expressão da cultura urbana, muitas vezes ilegal configura coragem aos grafiteiros. Outros aspectos da cultura urbana, mais precisamente do hip-hop  são: o rap e o MC,  a dança urbana que é o break, o house, entre vários outros. A ligação do graffite com o hip-hop é mais intensa pois seus segmentos se ligam por meio de eventos, fazendo um grande conjunto.
Alguns grafiteiros tornam-se  artistas contemporâneos  como Jean Michel Basquiat, a outra maioria tem sua arte reconhecida como arte de rua, pública, expostas, por muitas vezes, em galerias de arte como: Jhon Fekner, Banksy, os Gêmeos e Nunca.

 - Arte e Cultura
            A arte é uma pequena parte da cultura, mas uma parte diferenciada, livre das obrigações, movida pelo sentimento e pelo desejo, ninguém é obrigado a fazer arte ou gostar de arte.       A cultura aponta para o mundo como ele é, com suas rotinas e obrigações, a arte aponta para as várias possibilidades do mundo,.
A arte nos amplia porque passamos a ver o mundo e a nós mesmos sob luzes diferentes, ela refina nossa sensibilidade, pois estimula nossos sentidos relacionando-os com nossas experiências de vida.

A arte, enfim, é uma ocasião de prazer porque nos oferece a compreensão profunda do mundo e de nós mesmos.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Direitos Humanos


1 - Direitos humanos: os “direitos humanos” nascem da afirmação que “Todas as pessoas nascem livres e iguais”. Porém isso é pouco respeitado, e muitas vezes usado para expansão de uma cultura, impondo suas tradições.
                Um exemplo brasileiro: de acordo com uma pesquisa feita pela professora Flávia Piovesan, entre 1970 e 1985 (período militar), a grande maioria dos casos de violação dos direitos humanos era contra a classe média e de 1992 a 2004, passou a ser da classe baixa.
Uma interpretação: na época do militarismo não se dava muita importância aos direitos humanos, devido a grande repressão da época, por isso entre 1970 e 1985 não tinha muitos registros de desrespeito dos direitos humanos a classe baixa, pois eles eram simplesmente ignorados. Após a democratização do Brasil foi assinado o acordo internacional de direitos humanos, aumentando assim os casos na classe mais baixa. Porém ainda há muito desrespeito a esses direitos até hoje, principalmente na política que explora a população mais pobre.
2 - Direito natural: é um direito mais tradicional e não é escrito. Eterno e imutável, aplicado em qualquer tempo e lugar.
                Direito positivo: é criado pelo ser humano e aplicado pelos costumes e norma escrita.
3 - A tradição grega:
A tradição Grega vem da crença em Deuses que nasceram do caos para dar ordem ao cosmos (Universo), como por exemplo, Zeus e Atenas. Zeus na crença dos gregos, é um deus que dispara relâmpagos, mas também um deus de justiça e Atenas nasceu da cabeça de Zeus, simbolizando a deusa da sabedoria.
4 - Os teóricos da modernidade:
Nicolau Maquiavel inaugurou o pensamento politico moderno ao analisar o poder de modo inédito, abordando-o  independentemente de qualquer perspectiva cosmológica ou teológica. Mas Thomas Hobbes foi, contudo, que deu ao tema do poder o primeiro tratamento jurídico da modernidade.
5 - Os códigos modernos e os direitos autorais

Durante o período do século XVIII - XIX iniciou-se uma nova fase moderna na política e na jurídica.
Sob a influência da filosofia iluminista vários países adotaram a Constituição.
Nesse período também surgiram os Três Poderes: Executivo, legislativo e Judiciário, substituindo a ordem rei - o poder absoluto.
Todo cidadão podendo ser nobre ou não tinha o direito de fazer parte de um desses poderes, restringindo a participação de apenas um deles por cidadão. Declarando por isso a Liberdade Política ou Liberdade Positiva.

Positivismo Jurídico
Fora a constituição alguns países também adotaram o código de direito, antes os jurados se baseavam-se em costumes e valores morais que se tornaram obsoletos como o Código de Justiniano (século VI) que eram considerados os Direitos Naturais.
Com o código de Napoleão o jurista tinha novos desafios:
 - Tinha que identificar as normas válidas do poder legislativo e julgar conforme as mesmas;
 - Não podiam ser considerados os códigos anteriores;
 - Ter um conhecimento técnico para julgar rigorosamente correto;
 - Esquecer a noção de Direito Natural para os julgamentos.

Curiosidade: O filósofo Hans Kelsen diz que o conceito de justiça não pode ser usado como critério de decisão pois varia com o tempo e o espaço.

6 - Liberdade e Igualdade?
Apesar da existência dos Direitos Sociais, eles só vigoravam para a burguesia e eram mantidos com a exploração da classe operária através da miséria por possíveis cruéis e desumanas de trabalho, os revolucionaram lutavam por mudanças nesses direitos sociais, pois todas essas críticas repercutiam nas Constituições do México e da Alemanha, algumas das mudanças eram a obrigatoriedade de assegurar os direitos econômicos, sociais e culturais dos cidadãos, fornecer acesso ao desenvolvimento cultural e artístico, entre outros direitos sociais.
Que juntos ficaram conhecidos como os Direitos Humanos.